quinta-feira, 26 de julho de 2018

Encontros inusitados ao arrumar a prateleira de bonecos 2



"Eu sou o Batman, e estou preparado para você... pequena princesa!"

Encontros inusitados ao arrumar a prateleira de bonecos




"Capitão, que criatura é essa?"
"Acredito que seja uma nova forma de vida, Dax"




"Ludicolo"
"Não chegue perto criatura"


"Sinto muitas emoçoes conflitantes em você, meu jovem, 
se quizer posso lhe ensinar a técnica de meditação vulcana"

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Irulan - Uma história de DUNA - poster conceitual






































Muitos estão empolgados e muitos estão irritados com os novos filmes de "Guerra nas Estrelas", com vários filmes derivados, os famosos spin-offs vão vir pipocando nos próximos anos. "Rogue One" e "Solo" foram os primeiros, provavelmente os próximos serão "Boba Fett" e "Obi Wan".

Então, pensei com meus botões, se "Star Wars" está agitando seu universo com spin-offs, por que não dar uma nova vida à saga DUNA? A princesa Irulan, filha do Imperador da Galáxia, teve uma participação substancial no livro, mas no filme de 1984 praticamente toda a participação dela foi eliminada na sala de edição!  Isso pode ser remediado se ela ganhar o próprio spin-off dela, cujo poster acabei de fazer. :)

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Guerra nas Estrelas: Império do Mal






















O último filme de Star Wars, "Os últimos Jedi" está dividindo opiniões. O consenso é que os personagens da trilogia original não tiveram o tratamento que mereciam só para dar ênfase aos personagens novos. Mas esse é um assunto extenso que já está sendo discutido por toda a internet.

O que eu queria comentar é sobre este que é um dos meus tesouros da minha coleção de quadrinhos: "Guerra nas Estrelas: Império do Mal" (Star Wars: Dark Empire) lançada pela editora Dark Horse, escrita por Tom Veitch e desenhada por Cam Kennedy entre dezembro de 1991 e outubro de 1992. As capas cinematográficas foram pintadas magistralmente por Dave Dorman. Canônico ou não canônico, esse é um trabalho estilizado que merece ser lido.


Assim como "Herdeiros do Império" reiniciou o universo Guerra nas Estrelas nos livros, "Império do Mal" fez o mesmo nos quadrinhos. Essa dupla de artistas já era conhecida no Brasil pelo seu trabalho na fascinante série "Guerra da Luz e das Trevas". Um trabalho único, com cores pintadas a mão de forma surreal.


A história de "Dark Empire" se passa seis anos após a batalha de Endor. O Império está se reagrupando rapidamente, graças a um novo líder misterioso, e está atacando a Nova República com gigantescas máquinas de Guerra que vão destruindo a população de vários planetas. Junto com Lando, Chewie, Artoo e outros aliaodos, Han e Leia tentam proteger o seu filho ainda não nascido.


Enquanto isso, Luke toma uma decisão desesperada e se deixa converter para o lado negro da Força. Seu plano é ter acesso aos planos do Imperador recém ressuscitado, cujo espírito sombrio retornou através de um corpo clonado. Luke pretendia "retornar" ao caminho da luz por conta própria, como Darth Vader o fez. Mas o apelo dos poderes gigantescos dos Sith se mostraram muito maiores do que ele podia resistir.


Por que me lembrei dessa HQ clássica agora? Pois no "Star Wars: Os Últimos Jedi", muita gente se surpreendeu com os poderes que o Luke usou na "luta" final contra o vilão Kylo Ren. Mas os poderes de projeção visual de longa distância através da Força tiveram sua estréia nesta HQ. Na história de "Império do Mal", Leia tenta resgatar seu irmão Luke no planeta Byss, que aparentemente a acompanha na nave para fugir do lugar, mas quando eles já estavam longe, Luke revela que nunca saiu de Byss, ele tinha ficado para trás para tentar enfrentar o Imperador. Ou seja, mesmo que "Os Últimos Jedi" seja controverso, esse uso da força já tinha um precedente.  :) 



domingo, 28 de janeiro de 2018

Aves de Rapina, a série de 2002



















Antes do sucesso de Arrow, antes do sucesso do Flash, antes de Batman Begins (2005) mostrar  o caminho das pedras, tivemos "Birds of Prey" na TV em 2002.(no Brasil, chamada de "Mulher Gato" pelo SBT)

Um tentativa louvárvel de trazer o universo do Batman pra TV, no caso, a série baseada nos quadrinhos da mestra Gail Simone. Na HQ, a Bárbara Gordon, antiga Batgirl e agora chamada de Oráculo, comanda a equipe "Aves de Rapina" para proteger Gotham City. Na formação inicial temos a Canário Negro ajudando a Oráculo, e depois a Caçadora e Lady Falcão Negro se juntam a equipe. Na adaptação para TV, temos a Oráculo comandando a Caçadora e a filha da Canário Negro original.


A atriz Dina Meyer, de Tropas Estelares, faz a Oráculo nesta série, e é de longe a melhor atriz.  Ela aparece como Batgirl em breves flashbacks que nos deixam imaginando como teria sido um seriado do Batman, ao estilo da série animada dos anos 90. Eu imagino que teria se tornado uma série cult, revisitada constantemente tal como a série dos anos 60.



Logo no primeiro episódio temos um flashback com o Batman, vestido ao estilo Tim Burton, que nos leva a pensar a principio que essa série se encaixa vagamente na cronologia dos filmes. Mas a série leva em consideração a clássica história do Alan Moore, a "Piada Mortal", na qual o Coringa vai até o apartamento da Barbara Gordon para lhe dar um tiro que encerraria sua carreira como Batmoça.



A Caçadora da série, interpretada pela atriz Ashley Scott, é a Helena Wayne, filha do Bruce Wayne com a Selina Kyle, tal como na era de prata, ao invés da Helena Bertinelli, a Caçadora dos Quadrinhos dos anos 90 e 2000, os quais os fãs estavam acostumados nos quadrinhos. Nesta versão, ela é meta-humana e tem agilidade superior. Como muitos superheróis nos filmes hoje em dia, ela não usa máscara. Nem uma mascarinha.


Pelo menos no seriado do Arqueiro Verde (Érrou), a Caçadora usa máscara dominó. mas sinceramente.....







Custava fazer o uniforme correto? Como essa cosplayer com seu uniforme espetacular? É do universo do Batman que estamos falando! Agh. Nem posso pensar nos uniformes que a CW fez recentemente. Para cada passo na direção correta, são três na direção errada. O que nós queremos ver é os desenhos do Jim Lee e do Ed Benes em versão Live-action! Só isso!



Bom, voltando a "Aves de Rapina" a série de TV de 2002, lá temos a Arlequina, em versão envelhecida. A atriz foi curiosamente muito bem escolhida, sento interpretada pela atriz Mia Sara (do filme cult adolescente "Curtindo a Vida Adoidado"), o que nos leva também a pensar que ela teria sido uma excelente Arlequina em um filme do Batman de meados dos anos 80.



Outro fato bizarro é o mordomo Alfred tomando conta das moças. Ele tem uns 120 anos então? A Canário Negro não é a Canário Negro, é a filha dela, e ela não grita, tem telepatia limitada. Mas a Canário Negro original faz uma aparição respeitosa na série.  Enfim... "potencial" é o que essa série tinha. Se ela tivesse os efeitos avançados que temos agora com os seriados da CW, se ela se mantivesse um pouco mais fiel as histórias da DC da época, teriamos tudo uma série muito muito melhor, e muito mais memorável.



quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

"Sala Imaculada" ("Clean Room" da Vertigo)

"Sala Imaculada" ("Clean Room" da Vertigo), recém lançado no Brasil está rapidamente se tornando meu novo gibi favorito. Esse "Man in Black" sobrenatural tá muito bem trabalhado. A autora Gail Simone, conhecida pelos fas de "Aves de Rapina" está a vontade aqui nessa HQ de horror censura 18 anos.

Ao ter o irmao morto por uma entidade que possui corpos, a misteriosa escritora Astrid Mueller começar a recrutar sensitivos e demais pessoas que tenham "visões especiais" para criar armas sobrenaturais contra essas ameaças invisíveis. A forma como ela recutra os 'doidos" sensitvos me lembra o professor Xavier recrutando mutantes.

O horror gráfico e explícito vem na forma dos ataques dos monstrengos interdimensionais e lembra muito as HQs do Grant Morrison no começo da carreira. Os desenhos nítidos e arte clara lembram também a arte que o Steve Dillon fazia pro Justiceiro do Garth Ennis.  Em suma, recomendo

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

"Torneio de Campeões" Coleção Histórica Marvel

Acabei de comprar na banca "Torneio de Campeões", edição que coleciona a minissérie de 1982 (!!!)! Muito nostálgico, eu tinha essa Hq e adorava que cada país (Argentina, Israel, Irlanda, China) tinha o seu herói Marvel, mesmo que estereotipado. 

Gostei que o herói argentino Defensor conseguiu peitar o Stark mesmo que brevemente. Hahaha o herói árabe era um cara com tapete voador, e a heroína da Irlanda era temática de trevo que 4 folhas e assim por diante. Outro detalhe interessante e ver duelos entre heróis como Wolverine e Pantera Negra agora que sabemos como eles são "na vida real"(filmes). 

É interessante ver também o Grão Mestre, organizador do Torneio dos Campeões, que também aparece no filme "Thor Ragnarock", organizando uma luta de gladiadores também chamada no filme de "Torneio dos Campeões" (Embora trouxesse elementos da HQ "Planeta Hulk"). Jeff Goldblum se diverte no papel, embora o original dos quadrinhos seja mais sério, e mais azul. Enfim, esse encadernado é diversão leve e pura, mostrando um lado mais divertido dos heróis Marvel.

sábado, 2 de dezembro de 2017

Juiz Dredd























Minha peregrinação de hoje foi até a Rika Comic Shop perto da Avenida Paulista. Não é bem um sebo, mas uma livraria repleta de tesouros dos quadrinhos. Quadrinhos dos anos 60, 70, 80 em estado de banca, perfeitos. Tive que tocar a campainha, as portas ficam fechadas ultimamente pois eles estão vendendo mais pelo site deles. Mas pude dar uma olhada e comprar uma HQ de capa dura do Juiz Dredd. "Judge Dredd Annual 1990"

Confesso que só tinha lido "Julgamento em Gotham", o cross-over do Batman com o Juiz Dredd escrito pelo ingles Alan Grant e desenhado pelo Simon Bisley, ambos veteranos do Juiz Dredd. A história foi fantástica, mas na época eu não cheguei a pesquisa direito o personagem. Com excessão do filme de 1995 estrelado por Sylvester Stallone e pelo jogo de tiro de Playstation 1 "Judge Dredd".





Por fim, acabei lendo algumas HQs na internet e fiquei fã do Juiz Dredd "Eu sou a Lei!".

São quadrinhos ingleses de ficção científica, humor negro e comentário social que começaram em 1976. Soube que tem muito de sátira ao governo da Margareth Tatcher na Inglaterra da época. Mas como não sou especialista nesse assunto, várias piadas vão passar desapercebidas.

Mas já encontrei um ponto de entrada, pois sou fã dos X-men e principalmente do trabalho do desenhista Alan Davis, e estou vendo que ele desenhou muitas edições do personagem.






O que mais gostei nessa edição que comprei, que tem quadrinhos de página inteira em preto e branco e coloridos, são essas sequências de tirinhas diárias de jornal. Muito inspirador!  Faz tempo que tinha que dar chance ao personagem e vejo que está sendo bem recompensador.

Agora vou correr atrás.  :) 












sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Resident Evil HD remaster






















Finalmente depois de várias tentativas consegui terminar o RESIDENT EVIL 1, aliás, a versão remasterizada para o PS3 (de 2015), que é o remaster da remake pro Gamecube (2002) que é o remake do jogo original do playstation 1 (1996).

Joguei sem pressa, tive várias pausas de vários meses para recarregar o minha paciência para os quebra cabeças na mansão infestada de zumbis da corporação Umbrella.

O jogo tem  muito conteúdo, muitos livros a serem encontrados nas sinistras bibliotecas  mostrando o passado assombroso e as experiências macabras que aconteceram na mansão. Só os diários, livros, e manuais técnicos contando a vida dos pobres cientistas na mansão são mais assustadores que os próprios zumbis.

É um jogo gótico, que exigiu paciência e persistência. Em retrospecto, parece que é fácil repetir tudo de novo. Mas vou dizer, deu trabalho, e eu amei o jogo :)  Pra quem ainda não jogou, na consola ou no PC, eu recomendo!

domingo, 8 de outubro de 2017

Visual atualizado dos Vingadores em Guerra Infinita


Nesta conferência de licenciamento na Rússia, podemos ver o visual atualizado de vários dos personagens que irão aparecer em Vingadores 3: A Guerra do Infinito.


O Capitão América continua com seu uniforme. 
Ou seja, os fâs do Nômade vão ficar desapontados


Podemos ver o Thanos com seu visual inicial de fazendeiro.
Também podemos ver uma guerreira de Wakanda e a
Viúva Negra com novo corte de cabelo. Provavelmente
a Anciã vai aparecer para o Dr.Estranho no plano astral.
E também podemos ver a Vespa!




fonte:  https://www.instagram.com/vikermine/


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Star Trek Discovery

Assisti aos dois primeiros episódios da nova série de "Jornada nas Estrelas" (Star Trek Discovery) disponível no Netflix e gostei bastante. É a primeira série de "Jornada nas Estrelas" na televisão desde o encerramento de Star Trek Enterprise" que teminou em 2005.

A produção é de primeira, os atores estão ótimos, os efeitos estão lindos e pra quem é fã de longa data, o linguajar e os detalhes estão lá.

Claro, o que estranha aos fãs chatos antigos são o design supermoderno das naves, de uma série que teoricamente se passa antes do seriado dos anos 60 (que trata do século 23). Como você vai ter um porsche antes de um calhambeque? O design "amassado" das naves da Federação podia muito bem se passar no século 24 (a epoca dos seriados dos anos 90) e o visual exagerado dos vilões klingons, que parece que foram comprar seu guarda roupa no armário do H.R.Giger.

Mas o que dá uma sensação de autenticidade na série foi ver o nome do antigo diretor Nicholas Meyer nos créditos como consultor. A vissão dele de "Jornada nas Estrelas" é mais severa e áustera do que o positivista criador da série, o Gene Roddenberry, tendo ele dirigido os dois melhores filmes baseados na série clássica "Jornada nas Estrelas" 2 e 6. Justamente os filmes mais militaristas, marciais e menos "coloridos".

Resumindo, vendo como um fan-movie do respeitável Nicholas Meyer dá pra aceitar melhor a nova série. Ele merece o seu mini-universo, aliás, foi isso o que ele fez na série de filmes dos anos 80. Transformou o barco do amor em um submarino de guerra.

Ainda não memorizei os nomes das naves nem dos personagens, mas todo trekker que se preza vê o mesmo episódio 500 vezes, logo eu decoro.  :) 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Filme do Sandman - Reação do público


















A obra prima de Neil Gaiman finalmente se tornou um evento cinematográfico, o mestre do SONO pode mostrar todo o seu poder onírico para o deleite das platéias.  :)

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Comentário sobre a HQ "Meu Amigo Dahmer"

Pra quem diz que não gosta de histórias de terror, no final das contas, acabo eventualmente bancando o corajoso e leio uma de vez em quando.

A última que eu li foi essa tétrica história real da origem do assassino em série Jeffrey Dahmer dos anos 70, contada do ponto de vista do amigo dele,  o fofoqueiro desenhista Derf Backderf.

A história desenhada em preto e branco, em um estilo casual e caricato,  mostra a vida dos estudantes do interior dos Estados Unidos nos anos 70 e conta como o bullying e indiferença podem agravar uma situação e  que podia ser evitada.

Não dá pra recomendar essa história, mas a tensão de ver as origens do que vai acontecer depois, é totalmente palpável. Nesse caso, a situação escalou bem rápido.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Livro Japop - O poder da cultura pop japonesa

Domingo de manhã, minha esposa e eu fomos a uma palestra do Francisco Sato e da Cristiane Sato, da Abrademi, sobre Cultura Japonesa na Vila Mariana. O lugar da palestra era muito agradável assim como a aula, que contava a história do Japão desde épocas antigas até os dias atuais. O curioso é ver como o Japão reagia a catástrofes naturais e problemas econômicos com muita criatividade. O governo sempre tomava decisões ríspidas mas o povo com muita criatividade contornava a situação, dando origens a coisas que vemos todos os dias e que consideramos óbvias e do cotidiano.

E aproveitei para comprar o livro que ela escreveu explicando a origem e influência da cultura popular japonesa no mundo, desde filmes, desenhos animados e música. Muita coisa eu já sabia em parte, de tantos animes que assisti, mas é sempre bom ver com uma visão clara como vários ítens são interligados e ver como aquele monumento, aquele desenho, aquela coisa que 'sempre existiu' teve uma origem promovida por pessoas muito reais. Confiram.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Ghost in the Shell - Comentário sobre o mangá encadernado






















Finalmente comprei e li esse calhamaço do "Ghost in the Shell" e amei totalmente. 

A obra prima do roteirista e desenhista japonês Masamune Shirow, lançada originalmente em 1989 e que originou várias animações, um jogo de Playstation 2  e recentemente um filme live action, foi relançada recentemente em formato encadernado no Brasil com 352 páginas, custou R$ 70,00 e vale cada centavo.
























A arte é extremamente detalhada (além dos limites da obsessão), e  futurista,  e o roteiro  tem várias críticas sociais afiadas, mas também tem uma empolgação e um senso de humor que não lembro estarem presentes no longa metragem de 1995.  Pois na HQ, a personagem Motoko, a mulher policial ciborgue não é uma deprimida silenciosa, mas é alternadamente amigável e irritada, que pega as sua folgas para se divertir, além de soltar críticas ácidas quando tem vontade. Parece um seriado enlatado policial na qual os vários recrutas vão passando pelo dia a dia na sua rotina. Só que com hackers, no futuro.

Além de um final cósmico espetacular que eu não esperava.  Você paga o ingresso para ver robôs se batendo e no final recebe o sentido da vida como brinde, hehehe.























Confesso que na época, eu não dei bola nem pra HQ e nem pro desenho animado de 1995. Eu era fã do anime AKIRA, acompanhei zelosamente a revista e assisti o longa metragem com empolgação. Quando veio a vez de "Ghost in the shell", eu não estava investido, não estava a bordo do trem do entusiasmo e devo ter dormido no meio de tanta solenidade. Hoje, finalmente apresentado à série como deveria ter sido, pude rever o filme e entender o que estava se passando.

Em suma, é um presentão e uma leitura obrigatória.